Continente Modelo- Viveiros
Aberto agora
Mário Mendes de Moura

Na Poeira do Tempo de Mário Mendes de Moura - Continente Modelo- Viveiros

O preço original era: 15.90 €.O preço atual é: 14.31 €.

Inventário verificado: Mai 24, 2026

Comprar Online

Transação segura através do site oficial

Os preços apresentados podem variar. O preço final será o indicado no ponto de pagamento no momento da compra.
Levantamento em Loja está disponível em Continente Modelo- Viveiros. Para obter informação atualizada sobre o stock, recomenda-se verificar diretamente com a loja.
Número de telefone de contacto: +351 291 740 990

Descrição

Continente Modelo- Viveiros Funchal Beco dos Viveiros

Dimensões: 15,9 x 24,1 x 2,2cm Autor: Mário Mendes de Moura Sobre o Autor: Mário Mendes de Moura, foi editor durante sessenta e oito anos: no Brasil (Fundo de Cultura, Páginas, Vértice, Andes), em Espanha (PluralSingular) e Portugal (Pergaminho, Arte Plural Edições, Bico de Pena e Vogais & Companhia). O primeiro livro editado no Brasil foi em 1953, “A Verdade sobre a Guerra na Coreia”, editora Andes. Editou globalmente mais de três mil títulos, para além de quarenta milhões de exemplares. Emigrado de Portugal após a faculdade de Agronomia (Silvicultura), em razão da sua militância antifascista (MUD Juvenil), viveu fora do país quarenta anos, na Venezuela, no Canadá e sobretudo no Brasil e em Londres. Com 22 anos, em 1946 escreveu “O Campismo na Vida Moderna” (Biblioteca Cosmos) em apoio ao seu esforço de introdução do campismo desportivo em Portugal. Portanto autor durante mais de setenta e cinco anos. Em finais de 2008 e 2010 após a venda do grupo Pergaminho e da Vogais & Co., desfruta de alguns anos sabáticos… mais leituras e viagens. E escreve: “O Escultor de Almas”, “O Contador de Estórias”, publicados pela 4Estações. E “O Homem que Perdeu a Sombra”, “O Roxo dos Jacarandás” e “A Paixão dos Suicidas”, ainda no prelo. Três romances e dois livros de contos. Para comemorar os seus 90 anos, em 2014 criou a 4Estações Editora, da qual foi editor. Em setembro de 2021 publica as suas memórias, “Na Poeira do Tempo”. Faleceu a 3 de nvoembro de 2022, aos 98 anos. Sinopse: As recordações são como as nuvens, aparecem subitamente num céu límpido, avolumam-se, por vezes desfazem-se em chuva, outras desaparecem na profundeza do azul do céu. Nem umas nem outras respeitam previsões antecipadas, aparecem e desaparecem a seu bel-prazer. Quando olho para o meu passado, as recordações não obedecem nem a uma ordem cronológica nem à importância emotiva, familiar ou profissional. Vêm porque vêm, e também, vão quando vão. Quando comecei a escrever estas páginas, pensava escrever exclusivamente sobre os episódios bons e maus, curiosos ou divertidos, importantes e marcantes da minha longa vida de editor (sessenta e tal anos). Mas com o tempo saltaram à minha memória, e aos meus dedos, algumas cenas que nada têm a ver com a minha vida de editor, mas sim com ela globalmente. Ou seja, na sua sequência, alguns textos revelam a minha trajetória editorial, outros apenas algo da minha vidinha. Não posso dizer se a minha trajetória de vida foi, ou não, prejudicada por ter sido um contestatário político, ou emigrante. Apesar de tudo, considero que tive uma boa vida. Porém, rolei como um seixo no leito de um rio de caudal forte. Talvez tenha sido isso que alisou a minha alma e mente, de tal forma, que agora revejo todos esses anos vividos, um a um, mês a mês, semana a semana, hora a hora, e acho que valeu a pena, que posso dizer sem falsa modéstia, que plantei sonhos dos quais colhi os frutos.