Segredos de Amor e Sangue de Francisco Moita Flores
Inventário verificado: Jan 31, 2026
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Descrição
Continente Modelo- Seminário Funchal 9 Rua do Seminário
Dimensões: 15,8 x 23,8 x 2,2cm Autor: Francisco Moita Flores Sobre o Autor: Francisco Moita Flores é dos autores de língua portuguesa mais conhecido, quer pela sua obra literária: “A Fúria das Vinhas”, “Segredos de Amor e Sangue”, “A Opereta dos Vadios”, “Mataram o Sidónio!”, “O Mensageiro do Rei”, “O Mistério do Caso de Campolide”, “Os Cães de Salazar”, que deu origem à série “O Atentado”, e “A Despedida de Ulisses”, entre muitos outros títulos; quer pelos brilhantes trabalhos para cinema e televisão, entre os quais se recordam “A Ferreirinha”, “Ballet Rose”, “Alves dos Reis”, “O Processo dos Távora” e “O Bairro”, além da adaptação de clássicos, nomeadamente, de Eça de Queirós, Júlio Dinis e Aquilino Ribeiro. Mestre na arte dos diálogos, dá corpo e alma às personagens à medida que desenvolve a narrativa dramática, assumindo em cada romance a sua dimensão humanística e de intervenção cívica através de uma forma simples carregada de duplo sentido. Sinopse: “Segredos de Amor e Sangue” é um regresso do autor à época em que Diogo Alves, o célebre galego que matava no Aqueduto das Águas Livres, era o grande protagonista do crime em Lisboa. Em 1997 escreveu o argumento para o filme “A Morte de Diogo Alves” que venceu o Grande Prémio de Ficção da RTP. Agora, traz o célebre criminoso de volta como pretexto para reconstruir a Lisboa popular dos anos trinta do século XIX, um tempo em que a cidade se despia dos antigos trajes pré-liberais e dava os primeiros passos no Liberalismo emergente. Marcado pela violência e pela pobreza, este romance é uma história de ternura e de paixão, num tempo agreste, onde a força do Amor e das Letras se impõe à voracidade da guerra e do crime, num país que tinha uma população com noventa porcento de analfabetos. É um romance com histórias apaixonadas, de amor e morte, de fascínio pela descoberta das palavras escritas em português. Manuel Alcanhões, o narrador, eternamente apaixonado por Isabel, taberneiro em Alfama, testemunha a chegada do Portugal Moderno que vai aprendendo com as lições de um padre miguelista.