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Ian McEwan

O que Podemos Saber de Ian McEwan - Continente Modelo- Seminário

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Descrição

Continente Modelo- Seminário Funchal 9 Rua do Seminário

Dimensões: 14,5 x 22,3 x 2,1cm Autor: Ian McEwan Sobre o Autor: Ian McEwan nasceu a 21 de junho de 1948, em Aldershot, Inglaterra. É autor de dois livros de contos – “Primeiro Amor, Últimos Ritos” e “Entre os Lençóis” – e dezasseis romances:” O Jardim de Cimento”, “A Criança no Tempo”, “O Inocente”, “Estranha Sedução”, “Cães Pretos”, “O Sonhador”, “O Fardo do Amor”, “Amesterdão”, “Expiação”, “Sábado”, “Na Praia de Chesil”, “Solar”, “Mel”, “A Balada de Adam Henry”, “Numa Casca de Noz” e “Máquinas Como Eu”. Assinou também um libreto de ópera, “Por Ti”, para música de Michael Berkeley. Todas estas obras foram publicadas em Portugal pela Gradiva. É ainda autor de vários argumentos para cinema, entre os quais “The Imitation Game”, “The Ploughman’s Lunch”, “Sour Sweet” e “The Good Son”. Em 2011, foi agraciado com o Prémio Jerusalém, uma honra concedida a escritores cujos trabalhos versem a liberdade individual na sociedade. Sinopse: 2014: Num jantar para amigos e colegas próximos, o conceituado poeta Francis Blundy presta homenagem à sua mulher, no aniversário dela, lendo em voz alta um novo poema que lhe dedica: “Uma Coroa para Vivien”. Mal sabem os convidados que depois daquele jantar serão várias as gerações a especular sobre a mensagem daquele poema, cujo registo original nunca foi encontrado, permanecendo um mistério. 2119: Pouco mais de cem anos depois, grande parte do mundo ocidental está submersa pela subida do nível do mar após um acidente nuclear catastrófico. Aqueles que sobrevivem são assombrados pela riqueza de um mundo que se perdeu. No sul inundado do que costumava ser a Inglaterra, Thomas Metcalfe, um solitário investigador, idealiza o início do século XXI enquanto persegue o fantasma de um poema. Thomas sente fascínio por aquelas vidas selvagens e cheias de riscos, enquanto se debruça sobre os arquivos dessa era distante, cativado pelas possibilidades da vida humana. Quando tropeça numa pista que pode levar à descoberta do poema dedicado a Vivien, encontra também uma história de amores entrelaçados e de um crime brutal, que destrói as suas suposições sobre pessoas que julgava conhecer intimamente. “O que Podemos Saber” é uma obra-prima, um tour de force filosófico, uma história de amor sobre pessoas e as palavras que elas deixam para trás, um enredo detectivesco que resgata a nossa actual sensação de catástrofe iminente e imagina um mundo onde nem tudo está completamente perdido.