Fábulas e Contos (Volume II) de Italo Calvino - Continente Modelo- Estreito Câmara de Lobos
Inventário verificado: Mai 22, 2026
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Descrição
Continente Modelo- Estreito Câmara de Lobos Estreito de Câmara de Lobos, Freguesia 62 Caminho Ernesto Alves Pinto Correia
Dimensões: 16,9 x 24,8 x 2,1cm Autor: Italo Calvino Sobre o Autor: Italo Calvino nasceu nos arredores de Havana (Cuba), a 15 de outubro de 1923. Passou praticamente toda a sua vida em Itália, excetuando os treze anos em que viveu em Paris. Faleceu em Siena, a 19 de setembro de 1985. Calvino estudou em San Remo até aos 20 anos, ingressando então na Resistência contra o fascismo e a ocupação nazi, depois de aderir ao Partido Comunista, que abandonou em 1957. Terminada a Segunda Guerra Mundial, instalou-se em Turim, começando a trabalhar na Einaudi, que depressa se transformou numa das principais editoras italianas do pós-guerra. Já trabalhava na Einaudi (onde desempenhou um importantíssimo papel como consultor literário) quando concluiu a sua licenciatura em Letras. Com “O Atalho dos Ninhos de Aranha” (1947) deu início a uma surpreendente carreira literária, que viria a consagrá-lo como um dos maiores escritores italianos do século XX. Sinopse: Em 1956 saía nas edições Einaudi, em Itália, as “Fiabe Italiane”, uma obra de cerca de mil páginas, que tinha como objectivo reunir os contos e fábulas das várias regiões italianas, que o escritor Italo Calvino havia compilado, durante dois anos, comparando-os e reescrevendo-os, à semelhança dos irmãos Grimm que, como diz Calvino, não são sózinhos os “autores” dos seus contos, já que o “são também as narradoras e os narradores de cuja boca os Grimm os ouviram, e assim por diante todos os homens e mulheres que transmitiram esses contos de boca em boca sabe-se lá através de quantos séculos”. Estes contos e fábulas, “contados por Calvino” com uma linguagem próxima do tom imediato e popular dos dialectos originais tornaram-se assim uma referência como obra de recriação. Em Portugal são editados em três volumes, sendo este o segundo. Um mundo maravilhoso, fantástico e fascinante, tão verdadeiro como os contos de fadas, que como Calvino dizia, “são (mesmo) verdadeiros”. “Italo Calvino recolheu duzentos contos populares das diferentes regiões e dialectos de Itália. O resultado foi uma das mais fascinantes obras da literatura italiana.” Público, “Mil Folhas”, 23/12/2000