A Guerra Não Tem Rosto de Mulher de Svetlana Aleksievitch - Continente Modelo- Estreito Câmara de Lobos
Inventário verificado: Mai 22, 2026
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Descrição
Continente Modelo- Estreito Câmara de Lobos Estreito de Câmara de Lobos, Freguesia 62 Caminho Ernesto Alves Pinto Correia
Dimensões: 15,1 x 23,5 x 2,6cm Autor: Svetlana Aleksievitch Sobre o Autor: Prémio Nobel de Literatura 2015 Nasceu em 1948 em Ivano-Frankivsk, na Ucrânia, tendo crescido em Minsk, capital da Bielorrússia, onde vive atualmente. Jornalista e escritora, e autora de cinco livros e de vinte guiões de documentários. Entre muitos outros importantes galardões internacionais, recebeu o “Prix Medicis Essai 2013”, o prémio “Ryszard Kapuscinski 2011” e o “Book Critics Circle Award 2006” para não-ficção, antes da sua consagração definitiva com o Prémio Nobel de Literatura 2015. Svetlana Alexievich criou um novo género literário de não-ficção que é inteiramente seu. Escreve “romances de vozes”. Desenvolveu este género livro após livro, apurando a estética da sua prosa documental, sempre escrita a partir de centenas de entrevistas. Com uma notável concisão artística, a sua perícia permite-lhe enlaçar as vozes originais dos testemunhos numa paisagem de almas. As cinco obras em prosa de Svetlana constituem o projeto literário “Vozes da Utopia”, que reúne a história do espírito universal das pessoas – e não apenas do povo soviético. Deste projeto fazem parte “Vozes de Chernobyl”, “A Guerra não Tem Rosto de Mulher” (Elsinore, setembro de 2016), “O Fim do Homem Soviético” (Porto Editora, 2015), “As Últimas Testemunhas” e “Rapazes de Zinco” (ambos Elsinore, 2017). Sinopse: O número de mulheres combatentes no Exército Vermelho chegou quase a um milhão, mas a sua história nunca foi contada. Este livro apresenta testemunhos de mais de duzentas jovens russas que passaram de filhas, mães, irmãs e noivas a atiradoras, condutoras de tanques ou enfermeiras em hospitais de campanha. O seu relato não é uma história de combates, de vencedores ou de derrotados, de heróis e de proezas incríveis ou de generais; “a guerra “feminina” tem as suas cores, os seus cheiros, a sua iluminação e o seu espaço de sentimentos. Tem as suas palavras. Lá não são só elas, as pessoas, a sofrer, mas também a terra, os pássaros, as árvores”. Em que pensavam? De que tinham medo? Como foi aprender a matar? É sobre isto que estas mulheres falam, mostrando uma faceta do conflito que a história, a ideologia, a “voz masculina”, procurou apagar. “A Guerra Não Tem Rosto de Mulher”, a marcante obra de estreia de Svetlana Alexievich, foi originalmente publicada em 1985, depois de quatro anos de pesquisa e entrevistas. Esta edição corresponde ao texto fixado em 2002, quando a autora, que se considera uma “historiadora de almas”, reescreveu o livro e incluiu novos excertos com uma força que, até então, a censura não lhe tinha permitido mostrar.