Continente Modelo- Câmara de Lobos
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Maria Teresa Horta

Meninas de Maria Teresa Horta - Continente Modelo- Câmara de Lobos

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Descrição

Continente Modelo- Câmara de Lobos Câmara de Lobos Rua Frei Pedro da Guarda

Dimensões: 15,5 x 23,7 x 2,1cm Autor: Maria Teresa Horta Sobre o Autor: Maria Teresa de Mascarenhas Horta Barros (Lisboa, 20 de maio de 1937 – 4 de fevereiro de 2025) foi uma escritora, jornalista e poetisa portuguesa, frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa e é conhecida como uma das mais destacadas feministas portuguesas. Estreou-se na poesia em 1960 a sua obra poética foi coligida em “Poesia Reunida” (Dom Quixote, 2009), obra que lhe valeu o Prémio Máxima Vida Literária. Em 2012 publicou “As Palavras do Corpo – Antologia de Poesia Erótica”, no ano seguinte, “A Dama e o Unicórnio”, em 2016, “Anunciações”, vencedor do Prémio Autores SPA / Melhor Livro de Poesia 2017, “Poesis” (2017), “Estranhezas” (2018) e a antologia “Eu sou a Minha Poesia” (2019), o seu mais recente livro. É ainda autora dos romances “Ambas as Mãos Sobre o Corpo”, “Ema” (Prémio Ficção Revista Mulheres) e “Paixão Segundo Constança H.”, e coautora com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, de “Novas Cartas Portuguesas”. Ao seu romance “As Luzes de Leonor, a Marquesa de Alorna, uma sedutora de anjos, poetas e heróis” (2011), foram atribuídos os prémios D. Dinis e Máxima de Literatura. Sinopse: Do fabuloso monólogo de Lilith num paradisíaco ventre materno, primeiro conto deste volume, até “Estrela”, que fecha o livro, numa violenta, mas irresistível, história de abuso sexual paterno que leva a filha ao suicídio, Maria Teresa Horta traça, num português sumptuoso, ao longo de mais de trinta contos, uma vasta e belíssima galeria de “Meninas”. Quase todas negligenciadas, quando não abandonadas e maltratadas, entregam-se à magia ou à leitura salvadoras. É assim com Beatriz, à beira do abismo no Faial, com Laura, abandonada pela mãe em “Eclipse”, com Branca, perseguida pela madastra e o pai, com Maria do Resgate, que abre a porta aos anjos na falta da mãe, com Rute, ladra “sem culpa” de uma rosa apaixonante. Mas também com a infância de personagens históricas como a sanguinária condessa húngara Erzsébet, com a rebelde Carlota Joaquina, inconformada com um destino que não quis, a seduzir e enfeitiçar o pintor Maella autor do seu retrato oficial, ou literárias como Katie Lewis, apaixonada pela leitura e assim retratada por Edward Burne- Jones, a gerar o fascínio de Oscar Wilde. Meninas é um livro mágico e encantador, com que Maria Teresa Horta abre um novo rumo na história da literatura portuguesa.