O Enigma do Sapato de Agatha Christie - Continente Modelo- Água de Pena
Inventário verificado: Mai 22, 2026
Inventário verificado: Mai 22, 2026
Transação segura através do site oficial
Número de telefone de contacto: +351 291 969 650
Descrição
Continente Modelo- Água de Pena Machico Sitio da Queimada de Baixo
Dimensões: 13,9 x 21,6 x 1,2cm Autor: Agatha Christie Sobre o Autor: Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria conceção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando ativamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam. Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de “Commander of the British Empire”. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de “Dame of the British Empire”. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de janeiro de 1976. Em 2000, a “31st Bouchercon World Mistery Convention” galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a “Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX” e os livros protagonizados por Hercule Poirot a “Melhor Série Policial” do mesmo século. Coleção: Obras de Agatha Christie Sinopse: O que levou um amável dentista como o Dr. Morley a suicidar-se? Ele era saudável e não tinha problemas financeiros ou amorosos. O que ele tinha era um encontro marcado com Hercule Poirot, que não fica convencido de tal acto de desespero e se encarrega pessoalmente de interrogar os pacientes, colegas e amigos do bom doutor. Poirot desconfia que o Dr. Morley não era uma vítima assim tão improvável de homicídio. Nem que fora apenas a primeira…