Continente Modelo- Água de Pena
Aberto agora
Eça de Queirós

O Conde d'Abranhos e a Catástrofe de Eça de Queirós - Continente Modelo- Água de Pena

O preço original era: 7.70 €.O preço atual é: 6.93 €.

Inventário verificado: Mai 22, 2026

Comprar Online

Transação segura através do site oficial

Os preços apresentados podem variar. O preço final será o indicado no ponto de pagamento no momento da compra.
Levantamento em Loja está disponível em Continente Modelo- Água de Pena. Para obter informação atualizada sobre o stock, recomenda-se verificar diretamente com a loja.
Número de telefone de contacto: +351 291 969 650

Descrição

Continente Modelo- Água de Pena Machico Sitio da Queimada de Baixo

Dimensões: 12,8 x 19,8 x 1,5cm Autor: Eça de Queirós Sobre o Autor: Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária. Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da “Geração de 70”. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência “O Realismo como nova expressão da Arte”, integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de “As Farpas”, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa. Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam “O Primo Bazilio”, “O Crime do Padre Amaro”, “A Relíquia” e “Os Maias”, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris. Sinopse: Em 1879, Eça redige de um fôlego “O Conde d’Abranhos”, que apenas seria postumamente publicado e que constitui a sua mais contundente crítica romanceada da intriga política constitucional. (O editor chegou a propor que se publicasse sem indicação de autoria.) É o romance que mais diretamente corresponde à crítica institucional das primeiras Farpas: concentra de um modo particularmente sarcástico um conjunto de traços satíricos que, diversamente doseados, se distribuirão noutras obras por vários figurantes do carreirismo político ou burocrático. A. J. Saraiva e Óscar Lopes, in “História da Literatura Portuguesa”, 17.ª ed., Porto Editora (adaptado)