Continente Modelo- Viveiros
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Luísa Castel-Branco

Se Este Foi o Meu País de Luísa Castel-Branco - Continente Modelo- Viveiros

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Descrição

Continente Modelo- Viveiros Funchal Beco dos Viveiros

Dimensões: 15,0 x 23,5cm Autor: Luísa Castel-Branco Sobre o Autor: Luís Castel-Branco nasceu em Lisboa, em 1954. Desde sempre ligada à comunicação, colaborou no “Semanário” e fez parte do grupo fundador da “Máxima”. Foi assessora de imprensa de vários gabinetes ministeriais e criou uma agência de comunicação, dedicando-se ao marketing político. Em 1999, integrou o projeto “CNL”, onde começou a sua carreira televisiva. Depois do “talk show Luísa”, apresentou vários programas e, na “SIC Mulher”, foi o rosto de “Vícios e Virtudes”. Nos últimos anos, marcou presença como comentadora de televisão. A autora estreou-se na ficção com “Alma e os Mistérios da Vida”, uma obra que convenceu a crítica e conquistou o público. Desde então, publicou mais de uma dezena de títulos. “Se Este Foi o Meu País” é o seu mais recente romance. LCastelBranco [facebook] luisacastel.branco [instagram] Sinopse: Num país que era o nosso, vivia uma família. Essa família, infeliz à sua maneira, tinha quatro mulheres. E uma dessas mulheres podíamos ser nós. Porém, aquele foi o tempo em que a Liberdade era mais rara do que uma pedra preciosa. E estas mulheres – uma mãe e as suas três filhas – nascem, crescem e descobrem-se a si mesmas quando não ser homem era uma sentença de prisão perpétua. Enredadas pelas teias do quotidiano burguês, cada uma se confronta com o mundo, o desejo e a esperança, enquanto vive em conflito com as outras. Porque, apesar de estarem ligadas pelo sangue e viverem debaixo do mesmo teto, não podiam ser mais diferentes entre si. Porque, para não desistir e conseguir viver mais um dia, cada uma põe nos dois pratos da balança cabeça e coração – e todos sabemos que basta um grama de amor ou razão para mudar tudo. Naquele que é um romance de viragem na sua escrita, Luísa Castel-Branco regressa ao Portugal do Estado Novo, um país que conheceu, para nos contar a história de uma família e, sobretudo, das personagens femininas que a compõem, fazendo um retrato pungente, mas sem cedências revivalistas ou sentimentais, de um tempo que foi o nosso ontem e sem o qual não estaríamos aqui.