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Machado de Assis

Pai Contra Mãe de Machado de Assis - Continente Modelo- Seminário

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Descrição

Continente Modelo- Seminário Funchal 9 Rua do Seminário

Dimensões: 15,3 x 23 x 0,6cm Autor: Machado de Assis Sobre o Autor: Machado de Assis é filho de pai mulato carioca e mãe açoriana. O escritor brasileiro nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e morreu em 1908. Autodidata e ambicioso, tornou-se um clássico da língua portuguesa. Os primeiros poemas foram publicados na imprensa, seguindo-se-lhes crónicas, contos, romances e ensaios críticos. O seu primeiro livro de poesias, “Crisálidas”, foi publicado em 1864 e o seu primeiro romance, “Ressurreição”, em 1872. Iniciando a sua atividade literária em pleno Romantismo, tornou-se o autor mais importante da nova estética do Realismo e foi ainda contemporâneo do Parnasianismo e do Simbolismo. “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (1881) corresponde à fase do Realismo psicológico, em que o autor vai mostrar a ambiguidade fundamental do ser humano, a incapacidade humana de conhecimento do real, substituindo-o, assim, por uma mistificação. Esta demonstração é muito mais subtil do que a análise dos meros mecanismos hereditários e sociais próprios do Naturalismo. “Quincas Borba” (1891), “Dom Casmurro” (1899), “Esaú e Jacob” (1904) e “Memorial de Aires” (1908), são as obras-primas deste período. Por elas perpassa uma trágica ironia a par com uma visão sem ilusões da sociedade urbana carioca. Sinopse: Sob o título “Pai contra Mãe”, conto maior de Machado de Assis, este livro reúne as mais importantes ficções e crónicas em que o autor aborda a escravidão. Em dois contos crudelíssimos, “Pai Contra Mãe” e “O Caso da Vara”, o autor mostra-nos os dilemas que o ser humano enfrenta na eterna luta entre o egoísmo e as mais sinceras veleidades compassivas. A estes dois contos, seguem-se três crónicas sobre a alforria e o abolicionismo, tal qual o autor as viveu no seu tempo, complementados por dois pequenos excertos dos grandes romances “Memórias Póstumas de Brás Cubas” e “Quincas Borba de Machado de Assis”. Com um excelente prefácio do romancista e ensaísta brasileiro Paulo Nogueira, este livro oferece-nos uma visão holística da história da Abolição da Escravatura, mostrando-nos, como nos diz o prefaciador, que “estamos condenados a chapinhar nos nossos ciclos de angústia e arrependimento, pela simples razão deque o que menos percebemos na vida somos nós próprios.”