As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia de Miguel Real - Continente Modelo- São Martinho
Inventário verificado: Mai 24, 2026
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Descrição
Continente Modelo- São Martinho Funchal 14 Caminho de São Martinho
Dimensões: 15,9 x 23,3 x 1,6cm Autor: Miguel Real Sobre o Autor: Miguel Real possui uma vasta obra dividida entre o ensaio, a ficção e o drama (neste último género sempre em colaboração com Filomena Oliveira), tendo recebido o Prémio de Revelação nas áreas da Ficção e do Ensaio Literário da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Ler/Círculo de Leitores, o Prémio da Associação dos Críticos Literários, o Prémio Literário Fernando Namora, atribuído ao romance “A Voz da Terra”, também finalista do Prémio de Romance e Novela da APE, e o Prémio SPA Autores pelo romance “O Feitiço da Índia”. É colaborador permanente do “JL”, onde faz crítica literária. Na Dom Quixote, publicou os romances “As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia”, “A Guerra dos Mascates”, “O Feitiço da Índia”, “A Cidade do Fim”, “O Último Europeu” e “Cadáveres às Costas”, e reeditou “A Voz da Terra”, tendo ainda publicado os ensaios “Nova Teoria do Mal”, “Nova Teoria da Felicidade”, “Portugal – Um país parado no meio do caminho”, “Nova Teoria do Sebastianismo”, “Nova Teoria do Pecado” e “Fátima e a Cultura Portuguesa”. Sinopse: Furtado do espólio de Salazar aquando da invasão dos seus antigos aposentos no dia 25 de Abril de 1974, o manuscrito “As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia”, escrito nos últimos anos de vida e doado pela própria à Casa de Bragança, em Lisboa, através da mão do chefe do Estado Novo, foi recuperado em Sófia, na Bulgária, na Comemoração do Centenário da República, por Miguel Real, que foi incumbido de o depositar na Torre do Tombo, já o tendo feito. Neste manuscrito, a Rainha D. Amélia retrata a sua vida em doze pequenos capítulos, um por cada mês do ano, organizados em quatro grandes partes, seguindo o ritmo das estações, da Primavera, na infância, ao Inverno triste da sua velhice. Um documento pungente, doloroso e comovente, fortemente crítico de Portugal e dos Portugueses, permanentemente iludidos pelas artimanhas de elites ineptas e ignorantes.