Continente Modelo- Estreito Câmara de Lobos
Aberto agora
Mario Vargas Llosa

A Civilização do Espetáculo de Mario Vargas Llosa - Continente Modelo- Estreito Câmara de Lobos

O preço original era: 17.70 €.O preço atual é: 15.93 €.

Inventário verificado: Mai 22, 2026

Os preços apresentados podem variar. O preço final será o indicado no ponto de pagamento no momento da compra.
Levantamento em Loja está disponível em Continente Modelo- Estreito Câmara de Lobos. Para obter informação atualizada sobre o stock, recomenda-se verificar diretamente com a loja.
Número de telefone de contacto: +351 291 100 400

Descrição

Continente Modelo- Estreito Câmara de Lobos Estreito de Câmara de Lobos, Freguesia 62 Caminho Ernesto Alves Pinto Correia

Dimensões: 15,0 x 23,7 x 1,6cm Autor: Mario Vargas Llosa Sobre o Autor: PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010 Mario Vargas Llosa (1936-2025) nasceu no Peru. Em 1959 abandona o seu país e, graças a uma bolsa, ingressa na Universidade Complutense de Madrid, onde faz provas de doutoramento, fixando-se de seguida em Paris. Sempre próximo da penúria, foi locutor de rádio, jornalista e professor de espanhol — tinha apenas publicado um primeiro livro de contos. Regressa ao Peru em 1964 e casa no ano seguinte com a sua prima Patricia Llosa, com quem parte para a Europa em 1967, tendo vivido até 1974 na Grécia, em Paris, Londres e Barcelona — após o que regressa novamente ao Peru. O seu afastamento em relação ao regime de Havana (que visitara pela primeira vez em 1965) irá marcar toda a sua biografia política e literária a partir de 1971. Em Lima pode, finalmente, dedicar-se em exclusivo à literatura e ao jornalismo, nunca abandonando a intervenção política que o levou, em 1990, a aceitar candidatar-se à Presidência da República – depois disso fixou-se em Londres e, nos últimos anos, viveu entre Paris e Madrid, escrevendo romances, ensaios literários, peças jornalísticas e percorrendo o mundo como professor visitante em várias universidades. Entre os muitos prémios que recebeu contam-se o “Rómulo Gallegos” (1967), o “Príncipe das Astúrias” (1986) ou o “Cervantes” (1994). Foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 2010. Sinopse: Uma duríssima radiografia do nosso tempo e da nossa cultura, pelo olhar inconformista de Mario Vargas Llosa. A banalização das artes e da literatura, o triunfo do jornalismo sensacionalista e a frivolidade da política são sintomas de um mal maior que afeta a sociedade contemporânea: a ideia temerária de converter em bem supremo a nossa natural propensão para nos divertirmos. No passado, a cultura foi uma espécie de consciência que impedia o virar as costas à realidade. Agora, atua como mecanismo de distração e entretenimento.A figura do intelectual, que estruturou todo o século XX, desapareceu do debate público. Ainda que alguns assinem manifestos e participem em polémicas, o certo é que a sua repercussão na sociedade é mínima. Conscientes desta situação, muitos optaram pelo silêncio.