O Dia Em Que o Sol Se Apagou de Nuno Gomes Garcia - Continente Modelo- Água de Pena
Inventário verificado: Mai 22, 2026
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Descrição
Continente Modelo- Água de Pena Machico Sitio da Queimada de Baixo
Dimensões: 15,5 x 23,6 x 2,2cm Autor: Nuno Gomes Garcia Sobre o Autor: Nasceu em Matosinhos em 1978, estudou História e foi arqueólogo. Vive em Paris, onde é consultor editorial e divulgador da literatura lusófona na rádio e na imprensa escrita. Corre todos os dias com o seu cão ao longo do Sena e a sua prioridade é ensinar os dois filhos a falar português. “Zalatune” é o seu quarto romance, depois de “O Homem Domesticado” (2017) – cuja tradução será publicada em França em 2021 -, “O Dia em Que o Sol Se Apagou” (2015) – finalista do Prémio Leya – e de “O Soldado Sabino” (2012), obra traduzida e publicada em França. Sinopse: No dia 26 de março de 1487 o sol apaga-se subitamente no reino de Portugal. Sem explicação para tão súbitas trevas – que uns atribuem à maldade castelhana e outros à heresia dos judeus -, D. João II envia dois espiões em demanda da solução que restitua a luz ao País e evite o seu definhamento. Com Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva irá também, guar-dado num estojo, um par de olhos de diamante que outrora pertenceram a um menino chamado Mil-Sóis, cujo olhar cegava quem o encarasse, e que são a peça fundamental desta missão. Enquanto Pêro da Covilhã narra o seu périplo de Lisboa à Etiópia, das Índias ao reino do Monomotapa, de Meca a Sofala, quase sempre disfarçado de mouro e constantemente perdido em bordéis, Salvador – um embalsamador albino com um estranho passado – ficará de guarda à mulher do espião, por quem nutre há muito um amor secreto, e não cessará de procurar os olhos que possam devolver a luz ao seu irmão Mil-Sóis. É uma obra fascinante que inventa um cataclismo improvável para rees-crever o período áureo da História de Portugal. Um romance de luz e sombra, de avanços e recuos, que cruza fantasia com rigor histórico. E que, no final, responderá a duas questões essenciais: irá o Sol regressar a Portugal? É a Europa o lugar certo para que Portugal continue a existir?