Continente Modelo- Água de Pena
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Pedro Mexia

Biblioteca de Pedro Mexia - Continente Modelo- Água de Pena

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Descrição

Continente Modelo- Água de Pena Machico Sitio da Queimada de Baixo

Dimensões: 13,5 x 20,2 x 1,7cm Autor: Pedro Mexia Sobre o Autor: Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972, crítico e cronista em vários jornais, nomeadamente “Diário de Notícias” (1998-2007), “Público” (2007-2011) e “Expresso” (desde 2011), subdiretor e diretor interino da Cinemateca Portuguesa (2008-2010) e vogal do conselho diretivo da Fundação Centro Cultural de Belém (2016-2023). Escreveu regularmente na revista “LER”. Participou em diversos projetos das Produções Fictícias, como, por exemplo, “É a Cultura, Estúpido” (Teatro São Luiz); “O Eixo do Mal” (SIC Notícias); “O Inimigo Público” (suplemento do “Público”); “Os Culturistas” e “O Que Fica do Que Passa” (“Canal Q”). Manteve rubricas de cinema na Rádio “Renascença” (meados dos anos 1990) e na “Antena 3” (2015-2016). Foi coautor, com Inês Meneses, de “PBX” (2015-2023), um programa da “Radar” e um podcast do “Expresso”. Publicou oito coletâneas de poesia entre 1999 e 2021. Editou oito volumes de crónicas e o penúltimo, “Lá Fora”, venceu o Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários da Associação Portuguesa de Escritores – APE em 2018, editou cinco volumes de diários e a peça Suécia (2023), a convite do Teatro Nacional São João. A 10 de março de 2025, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada. Sinopse: Que livros compõem a biblioteca de Pedro Mexia? Através de uma selecção dos seus melhores textos sobre livros portugueses e estrangeiros, antigos e contemporâneos — de Aristóteles a Pessoa, de Dostoiévski a Houellebecq —, ficamos a conhecer a perspectiva única de um dos grandes intelectuais portugueses sobre nomes maiores da literatura, dos mais consagrados até aos imerecidamente obscuros.